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O que nos aconteceu, o que fomos ou o que fizémos não tem de nos definir para sempre.
As nossas questões, problemas, desafios, aspectos, fazem parte de nós como barro para ser trabalhado.
Somos humanos, e teremos sempre questionamentos.
Mas quando criamos espaço para o novo, o vazio que por vezes nos persegue, dissolve-se
Há que fazer o “não-fazer”, dentro de todas as responsabilidades, afazeres e obrigações, precisamos bolhas de silêncio para respirar, escutar e integrar, para não deixarmos a mente limitar a nossa visão da vida e percepção da realidade.
Quaisquer que sejam os desafios que atravessamos, e as limitações que possamos ter, tudo é temporário, tudo é impermanente, e embora seja bom confiar na vida, é preciso vontade para nos curarmos.
Embora seja muito divino ter fé, a transformação não cai do céu.
Que haja vontade, intenção sincera e humildade no nosso caminho para crescermos para além das ideias que, inconscientemente, nos condicionam.
Há coisas que só nós podemos resolver connosco mesmos.
Responsabilidade pelo que criei, é a liberdade para o que quero criar.
O que existe em nós de estagnado que nos faz parar no tempo?
O que existe em nós que não nos permite renovar, e não ver tudo e todos constantemente renovados?
A frequência em que escolhes viver é a frequência que tu escolhes sintonizar, com os teus pensamentos, hábitos, e emoções que carregas.
Todos precisamos de ir fazer revisão e manutenção e limpeza de vez em quando.
Que a reflexão a que o inverno nos convida, nos ajude a fazer todos os upgrades que precisamos dentro de nós, para caminhar com mais verdade e amor.
Que, amorosamente, aceitemos o confronto connosco próprios, paremos de culpar o exterior, e paremos de resistir ao que a vida nos está a dizer.
Are you listening?
Ver tudo e todos com os olhos do passado não diz nada sobre os outros.
Só diz sobre ti:” Algures no caminho, abandonaste-te.”
Intencionemos o auto-reencontro, para que também nos possamos re-encontrar, noutro espaço, com os outros .

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